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Palavras sussurram ao vento
De Moura/LP
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Anedotas
P: Como se diz sogra em chinês?
R: Aturatu. Palavras sussurram ao vento
Não Chores a Minha Morte - 21Fev2010 15:48:00
Não chores a minha morte
Não chores aquando a minha partida Porque não me fui... Me encontro no vento que sopra do Norte Sou o sol a cada manhã no despertar Na escuridão da noite sou luar a brilhar Não chores a minha partida. Só é a dor da saudade que pendura Onde sempre estarei de olho em ti. Não chores ... Porque não me fui... Estou nas recordações guardadas nos teus olhos, Estou nas gargalhadas retidas no eco existente em ti, Não me fui... Estou aqui... Sorri! Escuta o lírico canto do rouxinol Num timbre musical poderás apanhar meu rodopio. Não chores a minha morte Estarei sempre a teu lado Em cada passo teu Em cada gesto desenrolado Nas tuas decisões E até nas tuas paixões. Somente dói a saudade. Quando a saudade te doer, Coloca a mão no peito, Fecha os olhos, Deixa-te levar... A lembrar nossos momentos de mimos e abraços Recordar cada passo e etapa que traçamos juntos É tudo uma memória presente, para sempre. Não chores a minha morte, não chores a minha partida Eu não me fui. Sorri! Estou aqui a teu lado, meu amor. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2010/02/nao-chores-minha-morte.html Alguém Me Ama - 17Jan2010 20:23:00
Alguém me ama
Com loucura. Alguém me ama Sem nunca se ter revelado a mim. Alguém me ama No silêncio. Alguém sente por mim algo que jamais alguém poderá sentir E isso se chama amor. Alguém me ama Incondicionalmente. Alguém me ama Sem eu nunca ter que lhe demostrar meu sentimento. Alguém me ama Nas noites frias e nos dias de calor. Alguém me ama E sempre me respeitará. Alguém sente os meus sentimentos de dor Não me vira as costas e isso é amor. Alguém me ama E sempre me amará Alguém me ama E querarás tu saber quem tanto me ama Alguém te ama A ti também. Quem me ama tanto assim É... ?Eu? Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2010/01/alguem-me-ama.html São Saudades dum Amor Prefeito - 13Dez2009 02:28:00
São dos beijos das noites quentes
Os meus desejos! São das saudades infinitas do teu toque As minhas vontades! São da beleza dos teus olhos, o teu olhar A minha tristeza! São dos carinhos trocados Os meus choros! Onde me afogo numa saudade de fogo Que vai mais além dos cosmos em flor. Num paraíso feito de riso, Num lago de água doce, Num dia de eternidade Que não chega ao início nem acaba no final. Continuamente a emoção de um amor Aqui no peito. Jamais se apagará um amor tão perfeito. São as saudades de nos amarmos As minhas paixões! São dos teus lábios sensuais As minhas tentações! São os olores da tua pele As minhas emoções! São os teus risos soltos As minhas recordações! Numa tarde de verão, em festa, Numa noite aberta ao luar Convidativa à nossa emoção Com um chá de rosas Enfeitiçamos nosso amor, Numa loucura desenfreada. Para que todos os anos que passem E os que estarão para chegar Nunca se extingam de nossa memória Teu amor por mim Meu amor por ti. Jamais se apagará um amor tão perfeito. Restando somente as saudades... Que, são, dum amor-perfeito. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/12/sao-saudades-dum-amor-prefeito.html DISTANCIA... - 13Dez2009 02:17:00
À distancia mergulho no teu suplico
Em nuvem, goteja lágrimas de outrora, Dores desentendidas a qualquer hora Banho-me no frio próprio, épico. Em lembranças comungadas, rasgadas, Pedacinhos dedilhados um por um Rasgando os tremores das minhas caminhadas Não entendem! Não sou comum! Viro-me de fora para dentro, Para dentro, carrego o desentendimento, Julgam-me canteiro, num centro. Quando sou um bem ou mal Neste terreiro herdado, no qual todos os dias entro Seja ele artificial ou mais que real. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/12/distancia.html Porque, Tu És Amor - 13Dez2009 02:10:00
Deixa de sonhar, deixa de fantasiar,
Deixa-te levar nas ondas do amor. Não escondas o que sentes Deixa-te das correntes. Vive cada passo lentamente Mas com muita ganância, vive esse amor. Transmite o teu amor não o acurrales contra ao peito Arranca a mascara que te envolve a alma Vive livremente. Cada instante é uma rara pérola Perdida no fundo do mar. Não percas mais teu tempo em lamentos e dias cinzentos Abre as asas da liberdade à qual tens direito. Somente agarrando o momento do presente Se vive plenamente. Vai, desata as tuas lágrimas, em flores Luta contra a maré do vento Solta esse amor que tens aí dentro Às mágoas e às feras. Lá chegará o dia que dirás, que o meu acerto é certo. Não te deixes levar por sonhos alheados Converte-os em realidade. Não esperes por nada nem ninguém Vive do que sentes aí dentro O instinto inicial quase sempre é o certo. Distribui sempre o teu amor Ele é um mundo no teu interior. Verás um dia que tudo é tão simples Porque, tu és amor. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/12/porque-tu-es-amor.html Homenagem ao 2, em Forma de Carta! - 13Dez2009 02:07:00
Olá 2,
És par! O meu par ideal. Por certo és aquele número favorito, o meu. Sabes, hoje quando o sol me tocou o rosto e meus olhos virão outro dia de luz, cheio de vida por aí afora, me perguntei o quanto de especial tinha este dia, nada encontrei. Mas algo me dizia que este dia era diferente dos outros, especial. Então, liguei este aparelho, que tem sido uma constante companhia minha nestes últimos anos, o meu computador. Aí, não sabes o que encontrei, para minha surpresa, quase esquecida. Encontrei-te a ti, os 2?s anos feitos nesta casa de poesia, onde me encontrei comigo mesma à 2 anos atrás. Talvez não saibas, mas de alguma forma escrever e ler estiveram sempre presentes na minha vida. Aí, nos tempos das cartas, perdia-me nelas, só por vergonha e não querer chatear mais as terminava sem querer terminar nunca. Talvez te perguntes porquê cartas e não outra coisa qualquer, como poesia, contos e diários. Bem, poesia para quê, se ninguém a lia. Não quer dizer que nunca a tivesse escrito, mas conforme a escrevia a deitava fora. Admirada? Sim, é verdade! Sabes, o que escrevia eram como que segredos, minha alma gritava e como remédio para acalmar seu fulgor eu rabiscava em qualquer papel, em qualquer língua, ia pela maré da inspiração do momento. Quando falo em qualquer língua não quer dizer que sou uma linguística, não, nada disso. É que eu como deves já saber sou Portuguesa, mas como tudo nesta vida tem um mas, não vivo, e pouco conheço o meu país, Portugal. Ah, mas minha alma e coração são lá que moram apesar de meu corpo ter navegado por ali e acolá neste mundo afora. Como vês as cartas escritas por mim eram lidas a rigor, que remédio! Agora, troquei as cartas por outros meios de comunicação mais avançados. Como por magia, sem procurar, nem pensar, encontro-me a escrever a tal poesia guardada no meu coração e alma. Aí 2, mas sabes lá tu, às vezes quero escrever algo e não me saí, depois só saí erros, esta língua portuguesa tem uma gramática complicada. Paciência, é o que não me falta por isso vou aprendendo devagarinho. Não imaginas o que tenho aprendido, ui bué!rsrsrsr... Já me perdi!... Eu não digo, as cartas levam-me a desencontros, mais parece uma massa fiada de tagarela. Caramba, isto é uma carta sim, mas para homenagear-te a ti, 2, e já andava extraviada por cantos e montes. Como disse ao princípio és o meu número de eleição. Como número favorito comecei aqui a remexer no meu cérebro nem imaginas o que eu encontrei. Bem que meu instinto não se enganou, quando me cantou que era dia especial, se encontrava já escrito algures, lá isso estava. Não é que este dia de 2 anos se junta aos meus anos em múltiplos 2?s, 42, 2+2=4 e outro 2 se junta, feitos também no dia 20, lá estás tu, 2. Depois vem aí mais, se encontram comigo 2 lindos tesouros, uma parte de mim sagrada, meus filhotes. Ah, e em 2 meses precisamente em Fevereiro, que também é 2, irá brotar mais 2 por aí afora, não é que faço 20 anos de viver fora do meu país que tanto adoro. Não sei se estás a tragar agora este meu alvoroço por te homenagear, hoje a ti ó, 2. Sabes o que penso, talvez nem seja bem pensar mas sim, a grande esperança que se debruça a mim. Acho que este novo ano, com tantos 2?s a rondarem-me irão-me proteger e abrir novos caminhos e lutas. Que dizes 2? Olha só o tamanho desta carta, era simplesmente para te homenagear e onde isto foi parar. Bem, que sejas uma constante em minha vida porque desde que conheci os números tu sempre fostes o meu número predilecto, 2. Como uma mania sempre me despeço com beijos, e não vou agora mudar só porque é a ti a carta dirigida, 2. Por isso muitas beijocas doces daqui desta amiguita Cinita. PS. Uma última recordação, abandonei meu país, Portugal, quando tinha 2 anos, e fiz minha filhota abandoná-lo com os mesmos 2?s. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/12/homenagem-ao-2-em-forma-de-carta.html Esperança - 13Dez2009 02:02:00
É o grito da noite o mais poderoso!
No silêncio... No escuro... No qual vejo minha vida escapar. Sou um grão de areia apertada numa mão Quero-me soltar, desta escravidão Voar, nadar na imensidão do que realmente é viver. Condenada ao nascer, Sinto-me partir... Desvanecer... Tudo é uma escuridão... Mas... Algo aqui dentro de meu coração... Talvez... Sentimentos se chamem? Fé, esperança...!!! Existe neste momento Homens e Mulheres de bem Que tentam soprar com todo seu fôlego as areias Libertar...Salvar... Minha pobre alma e o que me resta de amor. Elif, mulher de outro lugar Corajosa, guerreira, uma Deusa piedosa. Que me tenta salvar deste estandarte que não é lugar. Será ela e outros minha, nossa, salvação? As batidas do meu coração cantam diferente É alimento alheio ao meu corpo Um bálsamo de esperança. Será que irei conhecer a cor da liberdade? Será que saberei algum dia o que é viver, Sobre a influência do amor e a liberdade? Viver! Respirar! Amar! Guardo agora um tesouro sagrado, uma nova Esperança. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/12/esperanca.html Amor Reencontrado - 24Nov2009 04:55:00
Quando o sonho adormece nas mãos
Cansadas de tanta distancia e frio Cansadas de desejos serenos mas vãos O amor erra p'lo becos como vadio. Já nada espera no dia seguinte Trajado a rigor com roupa puída Anda pelas ruas como um pedinte Desfazendo-se do que resta da vida. Na vadiagem do sonho restam migalhas Calejadas ambições, sofridos confins Mendigando insistência e seus afins. É já nas cinzas anuladas que cantas, Acordas do precipício escolhido O amor próprio nunca foi traído. Soneto by António Casado & Cina De Moura Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/11/amor-reencontrado.html Nossa Lua - 24Nov2009 04:53:00
Sou noite delirante neste lado do oceano,
Já a tua noite retrocede-se á minha. Envolta num manto de orvalho Voo pela a noite adentro. Descubro que existe algo em comum, Teu e meu... A nossa ?Lua.? Dos meus cabelos faço-me estrela cadente Viajo pela noite adentro. Neste espaço solitário, só te tenho a ti, Ó Lua! Onde sempre afagas o meu alento. Por que sei que do outro lado do oceano tu tens a mesma Lua. Que lua é essa que nos inspira? Que lua é essa que nas asas de uma águia Torna infinito o delírio do poema Quando os uivos dos lobos ensurdecem a alma De encantos e maravilhas grávida? Que noiva? Que corcel? Que elegância Deixa transparecer em cada raio Como se o caudal da ternura cristalizasse Nacos de beijos e flores de algodão? Que astro domina o céu dos meus sentidos Com a força dum estandarte erguido à ventura E que transforma a descrença no mundo Numa inabalável fé duradoira nos homens? O pio de uma quimera feito pardal Viaja por dentro da sensibilidade e da paz Nesta noite profunda e expectante? O lampião dos sorrisos embevece o olhar atento Dos musgos que sobressaem da natureza Por entre ramos de alecrim e azevinho? É a lua que os ilumina! É a lua que os fascina! É a lua que veneram! Como nós Predadores da beleza Que procuramos no umbigo do poema A palavra Com que derramaremos a nossa pena! Dueto by Cina De Moura & António Casado Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/11/nossa-lua.html Living In The Shadows Within - 15Nov2009 04:38:00
Vivo dentro da escuridão dum pântano
Na sombra assombrosa das árvores fantasmagóricas, Recolho minha historia nas folhas perdidas, Que se encontram a meus pés desnudos. Com as gotas das minhas restantes lágrimas Poli-o folha a folha. Desvendo as restantes letras, assim dispostas. Tento dar-lhe um encaixo. Faltam peças neste puzzle! É por isso que sinto-me perdida. Na minha própria sombra! Fervilham no meu peito orquídeas vermelhas Longe das rosas com espinhos que tanto adoro. Em certas ocasiões transformo-me em tsunami, Para depois converter-me em furacão, Evacuando os demónios que me enclausuram a liberdade de ser eu. Desaguando... Já queria eu! Mas... Nasce em mim um terramoto de pesadelos, quebrando-me em pedaços. Entretanto, o silêncio é conta gotas. Estou perdida na minha própria sombra! Fervilham no meu peito orquídeas vermelhas Longe das rosas com espinhos que tanto adoro. Olho o horizonte lá ao longe Não lhe posso tocar! Imagino-me ser alvorada. Ai, se gostava! Para depois calmamente ser pôr-do-sol. Brilhar nas águas do mar! As feridas tocam-me para a realidade Melancolicamente uma suave música de violino. Entre as dores, sorrio, Porque, Fervilham no meu peito orquídeas vermelhas Longe das rosas com espinhos que tanto adoro. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/11/living-in-shadows-within.html TEU AMOR E PAIXÃO... - 24Ago2009 06:02:00
![]() Teu amor e paixão Está no meu coração Numa somente afloração. Num desejo em sonho Num sentimento explosivo Numa carência de carinho Num sentir adorativo. Um amor, uma flor Uma paixão, uma explosão Um caminho aberto mas em vão. Um amor perdido, uma desilusão Eu esperei pelo incógnito Por aquela paixão... Sedante de amor, Encurralada semente Aqui dentro. Obstruída obsessão de amar Neste mundo livremente. Asas quebradas em terreno sombrio Onde já não se escuta o assobio. Folhas perdidas voando soltas Levando consigo uma historia de amor das mais belas. Sobrevivem lágrimas lapidadas de dor Saudade transida de transe incolor. Eloquente ocorrido num simples sopro Da partida ao encontro. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/teu-amor-e-paixao.html DOCE UTOPIA DO VERSEJAR ( Dueto) Alcina/Ibernise - 04Ago2009 04:29:00
Escuta, observa, sente, na distância, que lindo está o horizonte!
Ouves o chilrear dos pássaros? Eu penso que serão... Poetas a cantarolar, mística poesia, para animar nosso lugar. Vês aquelas borboletas livres a esvoaçar? Eu julgo que são... Disfarçados anjos em diversos mantos, Diversificando suas vestimentas, mas que tudo é um só. Sentes o perfume do vale vermelho? Eu sinto... Papoilas a dançar misticamente, Largando sem pudor sua modesta fragrância. Observa agora o azul do céu e do mar, Distingues o princípio e o fim de um e de outro? Eu vejo... Um só, unificado significando ribalta de paz. Sabes que mais vejo neste remoto horizonte? Sinto algo... Um existente, sexto sentido, ouço e vejo as mil cores do teu sorriso, cascalhar... Será tudo minha visão, uma utopia, o meu sonhar? Utopia? O sentir do poeta com seu verbo pintar Uma tela na composição do que pensa ser... Do que julga que é... Do que sente e ver... No todo do mundo a realçar, o belo da rotina O extraordinário que salta a sua retina Que se coloca a mapear o seu mundo e o do outro Num resultado que só na arte salta ao olhar... E se sonha alto e faz a alma brilhar Põe maior realidade nos seus versos Onde viu e sentiu a natureza, de si, se aproximar E viveu aquele encontro indefinido entre o céu e o mar... Símile do conflito da alma no dualismo a pairar Entre tantos entes habitantes de terra, céu e mar Anjos a cuidar de aves, flores, terra... Natureza e lugar. Tudo num sorriso... Seria isto a utopia de cada versejar. Alcina USA (29.07.2009 Ibernise Indiara (Goiás/Brasil) 31.07.2009 Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/doce-utopia-do-versejar-duetos.html PECADOS - 04Ago2009 04:21:00
Inocência perdida,
Pecado mortal Virgindade corrompida num estado comercial Gula cometida Pelos encantos d? árvore do prazer, Fruto proibido, comido com lazer. Vaidade entranhada no ser Cintilando os relâmpagos em todos os cantos O alheio, são simplesmente vultos sem focos. Ira violenta Não pões traves à fúria existente, Ferve em ti o desejo mesquinho de estar sempre na certa. Avareza egoísta Escondes a realidade já contada, Cada grão de milho à muito que foi cifrada. Luxúria obra material Estátua carnal, ornamental, Explorada libido num campo virginal. Preguiça em corpo pesado Arranca todo alvorece Mirando o trabalho inacabado Inveja tremenda cegueira Inseguridade penetrada na algibeira Só vê nos outros o que não tem Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/pecados.html To a Special LADY (Ibernise) - 04Ago2009 04:16:00
Happy Birthday Dear Ibernise
Tua doçura é uma autêntica loucura Quem dela prova se adicta em tua dita. Poderosa é a tua palavra Porque és uma LADY prefeita. Teu coração faz trasbordar infinitas margens Com água pura e belas imagens, Recolhes as tempestades com astúcia Amenas as tristezas à altura duma LADY, numa eficaz perícia. Onde quer que passes deixas rasto, És uma estrela cadente, cintilante Uma verdadeira LADY eloquente. Tua essência são pétalas de paz esvoaçando na brisa do vento. Ter tua amizade é algo como possuir o mais valioso tesouro. Por isso te digo és uma LADY que vale ouro. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/to-special-lady-ibernise.html Uns Com Tanto... Outros Nada... - 04Ago2009 04:04:00
...Um menino, com os seus oito a doze anos de idade, se encontra no solo árido, assentado na sua mais valiosa cadeira, as pedras e sua solidão. Se encontra em êxtase neste momento. Entre sonhos e fantasias tenta acalmar sua barriguinha barulhenta. Ela ruge de tanto ar e dor. Com duas pedrinhas na mão, ele consegue entrar no outro mundo. O mundo onde existe algo para comer...
Ah! Canalhada desfreada!!! Comes tudo e não dás nada! Como podes lambuzar-te com mel? Quando nós nem o miolo do pão temos para o farnel. Esta noite, que vais presentear á tua gulaima? -Oh, quadril de vitela assada com cebolinhas, e batatas acompanhar. Adoçarei a garganta com vinho moscatel. -Que vais fazer aos restos? -Oh, se sobrar, irá se juntar aos subejos do alguidar. -Não tens dó, pá! Eu nem farinha ou água tenho para fazer papas ou bolinhos, só. -Lá por isso, não chores, passa lá por casa te darei o que o alguidar contém. -De verdade!? Vais dar-me os restos de comer? -Se chamas a isso de comer... sim, dou... eram para o cão... -Obrigado, muito obrigado. Não sabes a alegria que me deste neste momento, simplesmente pelo facto de quereres repartir teus alimentos comigo, já o meu estômago parou de suplicar. -Esta noite cometerei Gula! Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/uns-com-tanto-outros-nada.html Pecados: Minha Culpa - 04Ago2009 03:59:00
Esbato meus pecados contra ao peito
Um sufoco Uma dor Numa angústia, sem calor. Confusão Sentimentos, que não são. Arrogância vaidosa Num mundo sem escrúpulos. Já ninguém sabe o que é, ou quem é, o Amor Os pecados têm a mania de se antepor. É fácil apontar o dedo Mas difícil é decifrar, o que está por detrás do degredo. Vou caindo numa culpa Minha, grande culpa. Já não chegam as lágrimas choradas, aqui e além É preciso voz altiva, e ser alguém. O que antes era uma lagoa ardente de amor se transformou numa guerra de desamor. O amor chora baixinho, mas se enfurece em tempestades altivas de fulgor. Haverá perdão para tanto pecador? Saberá o pecador resgatar-se a tempo antes que entre em conflito premanente com o Amor? Já não sei! Excluo os demónios que me rodeiam Numa tentativa de livrar os meus pecados. Numa angústia, sem calor Um sufoco Uma dor... Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/08/pecados-minha-culpa.html É Muito Injusto! - 18Jul2009 16:40:00
![]() É Muito Injusto! É tudo muito injusto nesta vida, Por instantes queremos caminhar Alcançar, tocar os sonhos, Apanha-los como se fossem doces de algodão. Mas já lá diz, o destino que não! Se nos escapa os sorrisos de sol Iluminados de puro amor De coração prol D?um anjo a debutar em flor Já a lua tinha segredado Os últimos desejos moribundos Colado as asas ao anjo aqui na terra Que iria brilhar sobre nós como estrela. Será injusto ou será justiça? Na ausência, nasceu o rio dor, saudade ondulando, Moí num remoinho, Um vazio... Num abismo Onde os porquês caem uns sobe os outros. Sem retorno... Num silêncio sem eco. Será que algum dia a oclusão é sentida, Da inesperada partida? Aceitável a viagem sem regresso? Como? Se a dor é algo invisível. Só se sente a alma partida, Um pedaço dela morreu quando da tua Partida... Que nos resta agora? Olhar um céu e procurar tua estrela a brilhar Encher os pulmões de ar Para a dor tirar Indagar na memória pelo teu sorriso Que era todo amor, completo do verbo amar Derramamos lágrimas de sofrimento Rezamos na esperança de estares em paz No paraíso onde a felicidade é tudo capaz Conquistado por ti esse lugar secreto. És o nosso anjo da paz! Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/07/e-muito-injusto.html Farewell to you Cristina - 08Jul2009 16:02:00
Tears are floating our hearts.
Pain and sorrow Stings in dismay As our hearts feel the hollow A too soon goodbye we cry. Snatched from us too quickly You flew away to the sky. We ask and wonder why. Flashback memories dance before us The smile and laughter of a little girl Always fulfilled our hearts with joy. A new star shines above us Warming the cold nights ahead. When hit by sadness Lighten up by searching overhead. It is so hard to let go of you? In sadness we whisper the final farewell. May God and Love be with you. May your soul rest in peace as well. We will always love you Cristina! Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/07/farewell-to-you-cristina.html R.I.P. Michael Jackson - 26Jun2009 17:27:00
It doesn?t matter if you were black or white You will be in our hearts as it has always been. I hope you have found the peace that you were looking for Leaving behind the craziness of the world. I bow my head to you in sadness I cry the lost of you in a state of mournfulness Drops of tears are falling from the sky The world stands in commotion and cry We will miss you so. You were special all the way On your craziness and kindness Everything has its own purpose to be so Pointless is to point fingers When we all have our own sins. It doesn?t matter if you were black or white Like tattooed or pierced people, Gays or lesbians We are all made the same With a heart and a soul to explore And a body to adorn. We love you Michael! I love you! You Rock the World! We will miss you so! Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/06/rip-michael-jackson.html President Obama's, Thank You Note - 18Jun2009 22:07:00
Finally, my scanner is working!!! I'm able to scan the thank you note from President Obama, to me. It was very kind of him. In January, I wrote a "poem letter" to the President. It was like a welcome poem; I have posted on January 1, 2009.
You can find it somewhere in my blog, on the January section. Although, the real letter was sightly different. Click on the note to read it better. ![]() Thanks, President Obama Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/06/president-obamas-thank-you-note.html UMA LIÇÃO DE VIDA - 23Mai2009 23:09:00
Já não sei se é pelas noites de lua cheia, ou se das chuvas ácidas que caem pela manhã. O certo, é que num sopro vindo do nada, certas almas são espicaçadas com veneno, sem se darem conta do transe maquiavélico, que apeçonha seus poros, bloqueando estes de se verem livres das impurezas. Se vai mesclando lentamente com as químicas sentimentais, perfidamente cegando-lhes a visão. Disfarçadamente acontecendo amiúde nestes últimos tempos de grande agitação. Aconteceu um caso, que andou de boca em boca até chegou ás teclas do teclado, daquelas máquinas isentas de cérebro mas portadoras de uma memória extraordinária. O facto relatado, é sobre duas Senhoras, que em tempos passados sua amizade fazia brotar as mais gostosas gargalhadas entre sorrisos de girassóis virados ao alto. Inesperadamente algo aconteceu com as duas senhoras. Uma apeçonhou a alma, e seu nome é Inveja. Já a outra adoeceu, e seu nome foi Bondade. Uma amizade que parecia ter raízes bem assentes na profundidade da terra, se inunda soltando os entrelaços num dilúvio desesperante, incompreendido. Deixando-se arrastar e devorar por sentimentos malditos, a Senhora Inveja deixa-se possuir. Até então, uma Senhora a ser perseguida como ídolo. Tudo começou quando a Senhora Bondade resolveu colocar traves à vida, depois de ter adquirido um dos sonhos da sua longa lista, uma própria habitação. Sofrendo as consequências, a sua vida social. A frequência das suas saídas se limitaram, seus trajes adqueridos até à data se mantiveram por longas épocas. Moderando com maestria suas economias expandindo assim o adubo. A senhora Inveja que já à muito contava com um castelo só seu, não mostrou grande alforria por sua amiga obter o seu próprio cantinho. Pelo contrário, ouve um certo desequilíbrio ou até mesmo o ruir de palavras em tom sinistro, contra a Senhora Bondade. Em seu lugar, a Senhora Bondade, não deu grande importância ao facto acontecido, apesar de o ter sentido. As sinistras passagens não ficaram por aqui. Outrora, as duas Senhoras foram conhecidas como um par de flores vindas da mesma haste, seus gostos, pensamentos, até os sentimentos, jorravam o mesmo polen. Obviamente a haste se quebrou, cada flor desabrolhou-se em direcções distintas. Para a Senhora Bondade a ruptura desta amizade ficou-lhe longe de ser compreendida, numa antipatia esgotada do nada, corrompida. Por outro lado a Senhora Inveja se cegou de tal maneira com o egoismo, que deixou filtrar em si o desencanto da arrogância e rancor. Foi de tal maneira cruel, que deixou sua amiga morrer, da isolação da sua presença. A Senhora Bondade malignamente adoeceu, cancerosamente enraizada não resistiu. Uma grande magoa a acompanhou na sua partida. Não podendo despedir-se de sua querida amiga. Durante o estado penoso da doença da Senhora Bondade, a Senhora Inveja afirmava que ela não estava tão grave assim, que eram somente gestos para chamar atenção de todos. Ser o centro dum pedestal, altaneiramente. Durante a fase terminal de sua amiga, resolveu ir passar férias até uma praia. Numa das manhãs de relaxamento junto à piscina do hotel, recebe um telefonema; alguém a informou da morte da Senhora Bondade...Hoje, a solitária Senhora Inveja dedica-se há horticultura, com uma dedicação fora do comum. É na Primavera que ela se encanta, com o manto de girassóis estendido naquele vale da morte. Ela costuma dizer que os girassóis são anjos de luz, protectores das almas cegas. A morte de sua amiga tocou profundamente sua alma. Algo, talvez uma mão sacudiu o pó que intoxicava sua alma podre, deixando entrar novamente uma luz poderosa de sentimentos aveludados. A inveja tornou-se solitária dos monstros peçonhentos da arrogância e egoísmo. Dando lugar à humildade, com a mente sempre atenta para possíveis inimigos. A Senhora Inveja, viveu o resto de sua vida tentando abrir luz, aqui e ali, com os seu predilectos girassóis; envergando sempre a capa da inveja, com orgulho. Não foi esta que queimou os laços de amizade. Naqueles distantes dias de amor e carinho que foi nutrido na amizade das duas Senhoras, a tal inveja era saúdavel, balanceava a extrema bondade da Senhora Bondade. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/05/uma-licao-de-vida.html PREGUIÇA NA CAMA - 23Mai2009 23:07:00
Espraio na cama o sonho da outra noite.
Espreguiço-me no teu corpo em massagens mansinhas, Delineio as tuas coxas adormecidas Em segredo bocejo os meus ais ao teu inconsciente. O sonho foi um prazer infernal. Acordo teu desejo carnal, Esta alvorada promete a realidade Suo sensualidade. Espreguiço provocantemente meu corpo Despertando teus sensores ainda adormecidos Acolhes-me entre teus braços, Fazemos prefeitos laços, Acalentando meus desejos ardentes, Sufocando as convulsões existentes. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/05/preguica-na-cama-espraio-na-cama-o.html PERDOA AS MINHAS FALHAS, AMOR - 23Mai2009 23:04:00
Não aguento mais olhar a tristeza dos teus olhos
As lágrimas vertidas cheias de dores. ![]() Não aguento mais a provocação dos meus pecados Um flagelo aos nossos corações. Ai amor, se eu podesse borrava o passado imortal Este que está a levar-te a um mundo abismal. Ai amor, perdoa as minhas falhas desabafadas O passado só foram fantasias desvairadas. ![]() Agora, é o nosso presente, um futuro á nossa frente Quero que olhes o meu amor adentro Ele toca forte no meu peito, por ti, disto podes estar tu ciente. Perdoa as minhas falhas, amor Por favor. Quero que nosso amor seja decente, ardente. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/05/perdoa-as-minhas-falhas-amor.html A LÁGRIMA DO SOLDADO: OITO SÃO - 08Mai2009 02:17:00
I Parte
Ontem viveste enjoado como se duma gravidez se trata-se. Oito, são os meses acumulados em dunas de terror. O sol já alto, jaz em tua pele em flagelos alheios á luxúria da cama que deixas-te para trás. São oito da manhã, oito badaladas, sem ritmo algum. Arrancas da memória o badalo que injectas em ti, uma vez que trabalha como calmante, ao pesadelo abraçado a ti. ... À pouco mais de oito meses, uma lágrima caiu... Já és soldado, juraste defender tua pátria, dos monstros e de contos sem fim. Essa foi somente uma lágrima de emoção a qual não faz mal ao ego nem ao coração. Recrutaste, rompendo todos os obstáculos que se apresentaram. Marchas-te barbialçado, respiraste orgulho. Rasgando os medos, defrontaste o perigo com serenidade mas com alma de leão. Existiram barreiras impressionantes, alicerces de luta pela sobrevivência que jamais imaginaste triunfar. Venceste! Coroado de soldado, um escudo contra o inimigo. ... À oite meses atrás recebeste a noticia... Apto para combater o verdadeiro inimigo nos desertos cálidos, de gelo entranhado entre os dentes, onde as noites rugem no cristal que é diamante. Abandonaste o que te era querido, e a luxúria que te cobria. És soldado, tiveste que partir. Engomado na sabedoria, guarnecido em artilharia, com espírito de valentia. Foste ao encontro dum conto ?d?as mil e uma noites.? Noites de dragonetes esvoaçando o teu cérebro, aventuras no leito, boiando no leite derramado extraído do peito; onde não existem dimensões muito menos corações. ![]() Bem vindo, conseguiste penetrar na auréola celestial do pesadelo real. Consciente estavas na solidez da tua aprendizagem, nos muscúlos desprendidos, na tua força capaz. Se estavas! Acreditaste no dispor das tuas capacidades mentais e fisicas. Na palma das tuas mãos se podia encontrar uma a uma as regras da rudez. Alheio à cegueira da dor esfarrapavas as teias do sofrimento. A fragrância do medo nunca te enjoou. Jamais te passou pela cabeça, que nesta guerra louca, remorsos de culpabilidade te podessem impotar a respiração. Nunca imaginaste poder sentir-se linhas de algofobia entrar de mansinho pelas córneas adentro, paralisando as entranhas, num continuamento de choque. Convulsões de dor arder no peito, a culpa a colar-se ás paredes da pele suada. Não foi algo imagário pelo contrário, o teu calvário. Desabaste lentamente num choro desprendido de mil golpes com oito tenras almas vigilantes. Dizem por aí que o Homem não chora ou não deveria de chorar, mas quando a dor esfaqueia o coração é algo difícil de controlar. II Parte Faz hoje um mês que começas-te a perder a vontade de viver. Se continuas-te nesta guerra, foi por obrigação, o juramento por ti abraçado e porque és soldado. O combate agora resume-se somente por tua própria sobrevivência. Não é por cobardia... Tua alma ficou enterrada no desabamento do teu próprio inferno. Eram umas sete da noite, depois de caminharmos por horas a fio sobre as escaldantes areias do deserto. Eu, juntamente com três companheiros de batalha demos de caras com uma fantasmagórica pequena aldeia ou o que restava dela. Vigilantes, começamos nossa busca naquele deserto de escombros, abandonado. Depois de várias buscas, relaxamos um pouco, convencidos de que nos encontravamos sós no meio daquelas casas esqueléticas. No meio do nosso afrouxamento ouvi o som d? um disparo, contíguo ao grito emitido por um dos meus camaradas. Num seguimento de tiroteio conseguimos alcançar o que parecia um velho poço, servindo-nos de barricada. Um dos nossos companheiros tinha sido atingido no ombro por uma bala. Agarrei uma granada sucessivamente a um dos meus colegas, as fizemos voar em trajectória ao alvo inimigo. O fogo cessou, dando sinais de que o projéctil explosivo tinha feito o trabalho esperado. Entretanto fomos testemunhar aos nossos olhos se o inimigo estava fora do alcance e ver de quantos se tratava. Quando cheguei há entrada do local e meus olhos avistaram algo, olhei escabrosamente ao meu redor. Entrei no inferno a partir desse momento. Caí ao chão, meus olhos se encheram de lágrimas doentias, que alimentaram aquele solo virgem. Vomitei a dor que se cravou a mim com seus monstruosos dentes, não podia acreditar no que fiz com minhas próprias mãos. Ali, diante a mim estavam oito inocentes almas despedaçadas aos bocados. Oito são, os meninos, as crianças, as que á poucos minutos haviam sido nosso alvo.Não consigo perdoar-me, por tamanha maldade por mim cometida. Dizem que me defendi, que estes meninos eram soldados bem capazes como qualquer homem maduro da guerra. Mas digam o que disserem nada nem ninguém poderá dizer que eu não assassinei uma criança de oito anos sendo a mais velha não mais que doze anos. Estava bem preparado para esta guerra, mas era, pensava eu, uma guerra de adultos brutos. Usar crianças como escudo, é uma canalhada podre sem sentido e sem perdão. Como poder viver tranquilo o resto da minha vida se tirei a vida a oito seres inocentes. Como olhar nos olhos de meu filho de oito anos, quando voltar á luxúria do meu lar. Já lá vão oito meses que não desfruto da vida quotidiana, a que eu pensava que era modesta e simples. Agora dou-me conta que sempre tive tudo na vida, uma familia, um lar onde nunca nada faltou, sempre tive trabalho, um carro e fome nunca passei. Tive uma vida rica, com uma boa educação, nunca vivi os horrores da guerra e muito menos fiz parte dela quando ainda era um inocente. Nunca desfrutei a vida como um milionário mas que importa isso, se sempre vivi na luxúria da felicidade, dos laços de amor.Pregunto-me dia após dia se terei perdão, se quando sair desta diabólica parte do planeta e entrar na luxúria do meu, se conseguirei alimentar o homem que era, o pai babado, e o marido amoroso, que sempre fui. ![]() Não sei... não sei, se serei capaz... agora só me restam as lágrimas que meus olhos brotam cada dia que passa. As lágrimas d?um soldado. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/05/lagrima-do-soldado-oito-sao.html Aí 25 de Abril... - 27Abr2009 17:10:00
Ó 25 de Abril, dia da Liberdade
Abriste a asas ao povo que se encontrava com elas encurraladas. Voaram livremente como gaivotas Levando no peito um cravo encarnado, até á cidade. Ó 25 de Abril, abriste as portas da faternidade Com direito absoluto á igualdade. Em finas lascas a humildade se enterrou A liberdade se aproveitou... Aí, 25 de Abril, ecoas-te por a sala adentro Em terras Germânicas saudei-te, em minha santa inocência. Alheia á liberdade que se impunha ao meu povo sem alento. Ele distraído se deixou levar sem resistência. ![]() Aí 25 de Abril, escancaraste as portas ferrugentas, sem óleo, e carentes de azeite. Entregaste um caminho livre sem qualquer regulamento ou enfeite. Livremente se voa, sem consciência e idoneidade É tudo uma liberdade com pouca pinta de verdade. Ora toma lá ó Zé povinho mais um dia de 25 de Abril. Fonte: http://palavrasvoamaoventowhispersinthewind.blogspot.com/2009/04/ai-25-de-abril.html Sondagens
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